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Presidente da AEISCIA

José Alferes


Publicado a: 6 Junho 2013

JOSÉ ALFERES, natural de Anadia, é, aos 30 anos, o presidente da Associação de Estudantes do ISCIA (AEISCIA). A frequentar o 3.º ano do curso de Segurança Comunitária, José Alferes, entendeu ser chegada a altura de assumir este novo desafio, retribuindo assim, à instituição e aos seus pares, o apoio que dela recebeu ao longo dos últimos dois anos.

Quais são, atualmente, as principais funções/serviços da AEISCIA?
Para além da receção e integração dos novos alunos, ou caloiros, a AEISCIA promove, ao longo do ano, diversas atividades, culturais, lúdicas e desportivas, destinadas a estimular o espírito académico e a competição saudável entre diferentes turmas e cursos. Por outro lado, a AE serve de ponte de ligação entre os alunos e a instituição, tendo reuniões mensais com a direção, o que nos permite ir resolvendo algumas pequenas questões e ficar a par das novidades que vão surgindo, que depois transmitimos aos nossos colegas.

O ISCIA, tendo horário pós-laboral, é frequentado por muitos alunos trabalhadores-estudantes. Mesmo assim há tempo para viver o espírito académico?
Sim, claro, porque os alunos do ISCIA têm um grande sentido de responsabilidade, o que torna mais fácil organizar qualquer evento ou iniciativa. Por outro lado, sendo uma comunidade relativamente pequena, o espírito académico quase se confunde com as relações de amizade, mais do que de simples camaradagem, que rapidamente se estabelecem, mesmo entre diferentes cursos.
A própria praxe é, acima de tudo, um momento de diversão, claro, mas também de afirmação do espírito de entreajuda. Para que os novos alunos saibam que, para além da plataforma on-line, que facilita a interação com colegas e professores, e dos fóruns, e de toda a capacidade tecnológica em que o ISCIA foi pioneiro e que facilita a vida, sobretudo aos estudantes-trabalhadores… podem sempre contar com a camaradagem entre colegas, e com todo o apoio de que precisarem.

Apesar da crise e do desemprego, que afeta com especial dureza os jovens licenciados, faz sentido investir na educação ao longo da vida?
Faz todo o sentido. O desemprego não aumenta por haver licenciados, e o desafio hoje é precisamente o de nos formarmos mais e melhor para um dia tomarmos melhores decisões, na nossa vida, no exercício da cidadania, na política. Pessoas formadas e competentes, que até já tem experiência profissional e de vida, só podem ser uma mais-valia para o país e para as suas comunidades. E o conhecimento, como se sabe, não ocupa lugar.


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