Message

Auditório (56) Segurança (43) alunos (37) Mar (32) Proteção Civil (24) Aveiro (21) Conferência (20) Portos (17) DESRI (16) Marinha (15) Bombeiros (15) Livro (14) AEISCIA (14) DETMAR (12) Cursos (12) Workshop (11) Lisboa (11) Protocolo (11) Riscos (10) Mare Liberum (9) Seminário (9) Testemunho (8) Segurança Comunitária (8) Porto (8) ISN (8) Aula aberta (8) Comunicação (8) Finalistas (8) OCRI (7) PSIED (7) Encontro (7) Caloiros (7) IDN Timor-Leste (6) Surf (6) Hidrográfico (6) Exponor (6) Geopolítica (6) Ílhavo (5) China (5) Brasil (4)

Licenciatura em Gestão Internacional

António Dias


13 Setembro 2015

António Dias deixou os estudos com 18 anos, muito embora o seu pai tivesse a pretensão de que continuasse a estudar. Desde sempre gostou da sua própria independência e, para não sobrecarregar os pais financeiramente, optou por parar de estudar nessa altura e começar a trabalhar.

Trabalhou em várias empresas e passado algum tempo ingressou nos quadros da CP. Trabalhou por conta própria, sempre na área técnica de telecomunicações e energia. Depois da CP foi dos primeiros a entrar para a REFER Telecomunicações, onde ainda trabalha, sempre ligado à área técnica.

Foi aos 45 anos que entrou neste Instituto, pela primeira vez, com destino à realização de uma necessidade: um curso no ensino superior, e o ISCIA foi a sua escolha.

Por quê aqui no ISCIA?

Em primeiro lugar, pela proximidade espacial. Lembro que saí do gabinete que tinha em Aveiro e passei pelo ISCIA. Entrei e pedi o catálogo de oferta formativa. Quando vi que existia uma licenciatura em Gestão Internacional, investi imediatamente.

O Curso correspondeu às expectativas?

Sim, correspondeu. No entanto, continuo a achar que algumas cadeiras poderiam ter sido mais aperfeiçoadas, outras acrescentadas, mas isso também é fácil de dizer para uma pessoa que já estava na vida profissional ativa há 30 anos. E isso foi uma mais-valia para mim porque muitas das ferramentas aqui faladas eram, no fundo, o desenrolar da minha atividade durante anos.

O que mudou na sua vida?

Em termos profissionais, as mudanças não foram muito significativas porque eu já desempenhava funções de liderança de um departamento. Entretanto, na empresa onde trabalho houve necessidade de se ocupar um lugar num outro departamento. Com os conhecimentos que adquiri aqui, ocupei esse lugar, no departamento de vídeo vigilância, em que o trabalho é sobretudo à base de contratos com empresas para prestação de serviços. Neste momento sou responsável por essa área a nível nacional.

O que retira desta experiência?

Foi uma experiência positiva nas várias vertentes. Apesar dos meus 45 anos de idade, dei-me ao luxo de viver um pouco da vida académica também como se tivesse apenas 20 anos. Entrei na faculdade no mesmo ano que o meu filho. Vivi tudo, desde as praxes e até cheguei a ser elemento da Associação de Estudantes. Sempre tive boas relações com a direção, com as várias coordenações e com os professores.

Como foi gerir tudo ao mesmo tempo: aos 45 anos e no ensino superior?

Não foi difícil. Ao nível de trabalho, na altura falei com o meu diretor e, muito embora nunca tenha usufruído do estatuto de trabalhador-estudante, não deixei de ter alguma flexibilidade no trabalho e vice-versa. Tinha muitas reuniões em Lisboa, obras no Algarve, o que muitas vezes dificultava a minha vinda às aulas, mas consegui conciliar. O meu objetivo, desde início, foi fazer tudo direito, começar e acabar nos timings certos, e foi o que fiz. Posso até dizer que o meu primeiro mês nesta instituição foi uma espécie de experiência, porque eu não sabia se, 23 anos depois de ter deixado os estudos, iria conseguir acompanhar. As coisas começaram a correr bem e percebi que, com organização, conseguia conciliar as coisas e continuei.

“Ao Universo ISCIA deixo uma mensagem e otimismo, e digo aos alunos que sigam em frente e que, apesar das dificuldades que possam surgir, com vontade, tudo se faz!”

Antigo aluno de GAMP

António Lacerda


25 Junho 2013

António Joaquim Lacerda dos Santos nasceu e cresceu em Vila Nova de Gaia. Talvez tenha sido a proximidade ao mar a moldar-lhe a vocação e o destino: desde 1991 passou pela Frumar, que pertencia ao Grupo Pescanova; pela empresa de serviços logísticos Frigodis; e pela empresa Distribuição Luís Simões, como coordenador de operações. No final de 2002, a convite da empresa, ruma a um projeto em Espanha, onde assume, durante seis anos, as funções de coordenador de projetos e gestor de operações. Volta a Portugal em 2008, como Gestor de Operações do Centro de Operações Logísticas (COL) de Gaia – cargo que ocupa atualmente – e é nesse ano que decide ingressar no ISCIA, para frequentar o curso de Logística e Gestão Portuária, naquele que seria apenas o início de uma viagem académica mais longa e profícua, com a licenciatura em Gestão das Atividades Marítimas e Portuárias (GAMP).

Atualmente, profissionalmente, o que faz?
Trabalho na empresa Luís Simões Logística Integrada SA, e desempenho a função de Gestor de Operações no COL de Gaia. Sou responsável pelo Centro de Operações de Gaia I, um armazém mono cliente. As minhas principais responsabilidades, além da gestão das equipas que tenho, incluem a execução e controlo do orçamento de custos da divisão de operações internas; o planeamento de meios humanos, equipamentos, espaço físico e outros, de acordo com a atividade prevista das operações internas; e estudos para otimização da taxa de ocupação do armazém, do incremento da produtividade e do desenvolvimento e implementação de ferramentas de controlo da operação. Entre outras.

O que o levou a decidir ingressar no ensino superior e concretamente, no ISCIA e no curso em questão?
Fui frequentar o curso de Logística e Gestão Portuária a convite da minha empresa e algumas das unidades curriculares, específicas da área de Gestão Portuária, que eu desconhecia, deixaram-me com muita vontade de aprofundar estes conhecimentos. Em 2009 o ISCIA abre a Licenciatura em GAMP e achei que seria o momento ideal para continuar a estudar nesta área. A Logística não deve hoje ser vista somente como Transporte de Mercadorias, Armazenamento, Preparação e entrega de encomendas, mas sim como todos os serviços integrados (Cadeia de Abastecimento), e é aqui que entram os Serviços Portuários.

O curso correspondeu às suas expectativas?
Os três anos deste curso foram fenomenais, conheci pessoas que ficam como amigos para o resto da vida… Nos dois últimos anos o grau de dificuldade das unidades curriculares foi aumentado e só com a união de todos foi possível superar o desafio. Os professores foram excecionais. Fiquei muito impressionado com os conhecimentos e formação que têm os oficiais da Marinha Portuguesa. Este curso veio reforçar os meus conhecimentos dentro da Cadeia de Abastecimento e dentro da Gestão de Atividades Marítimas e Portuárias.

Para quem não está familiarizado, em que consiste, em traços largos, o curso de GAMP? Quem é que, na sua opinião, deverá considerá-lo como opção para formação académica?
O Curso de GAMP forma alunos nas áreas de Gestão e Logística, bem como nas áreas que estão ligadas ao Mar, como a Oceanografia, Economia Marítima, Tecnologias utilizadas nesta área, Direito do Mar, Segurança Marítima, o Mar e o Ambiente, Construção Naval, Navegação, etc… As unidades curriculares visam dotar os alunos dos conhecimentos necessários para trabalhar em diversas áreas, como Operadores Portuários, Autoridade Marítima, Agências de Navegação, empresas de Logística, etc…. Todas as pessoas que pretendam trabalhar nestas áreas devem considerar este curso como uma forte opção de formação académica.

Portugal: o futuro está no mar?
Devido à conjuntura económica nacional e internacional, creio que é chegado o momento de Portugal descobrir as potencialidades do mar, que é um dos seus maiores ativos e um dos mais vastos do mundo. Como disse Tiago Pitta e Cunhaé tempo de sabermos conjugar a economia com a nossa geografia e aproveitar os seus recursos”. Ou, para citar o Prof. Dr. Ernâni Lopes, “Portugal deve tornar-se num ator marítimo relevante a nível global, na viragem do I para o II quartel do século XXI”.

Trabalho e Estudo: a química perfeita

António Pinho Leite


3 Maio 2013

António Pinho Leite nasceu em Avanca, uma vila do concelho de Estarreja, terra-berço do Prof. Dr. Egas Moniz, prémio Nobel da Medicina e uma figura ilustre do nosso país. Já tinha uma carreira sólida quando decidiu prosseguir o seu percurso académico, conciliando trabalho e estudo. Foi a química perfeita.

Fale-nos do seu percurso até chegar ao ISCIA:
O meu percurso académico, até à licenciatura no ISCIA, foi sempre pautado pela frequência de cursos nas áreas técnicas, mais concretamente na área da Mecanotecnia. No entanto, após um início profissional nesta área, já lá vai o ano de 1977, acabei por enveredar pelo exercício de outras funções e atividades numa empresa do Complexo Químico de Estarreja, da qual ainda hoje sou funcionário, nomeadamente na produção química, controlo laboratorial e mais recentemente na área da segurança e higiene no trabalho.

O que o levou a decidir ingressar no ensino superior e concretamente, no ISCIA?
Optei por ingressar no ISCIA para frequentar a licenciatura em Segurança Comunitária, e assim aprofundar conhecimentos na área das ciências cindínicas, na sua vertente da proteção civil, por considerar fundamental consolidar academicamente conhecimentos e competências adquiridos por via da minha experiência profissional e pelos cursos especializados que fui entretanto frequentando por exigências profissionais.

O que guarda da experiência?
A experiência foi muito gratificante e enriquecedora, não só por via da troca de experiências e dos contactos estabelecidos com os colegas do curso, que provinham de percursos profissionais tão diferenciados como a Proteção e Socorro, Cuidados de Saúde e Segurança Interna, mas também do corpo docente do ISCIA, que sempre procurou transmitir informação e promover competências para o exercício profissional de funções tão nobres, como são aquelas que constituem as variadas saídas profissionais que a licenciatura se propõe abranger.

O curso correspondeu às suas expectativas? Porquê?
Sem dúvida que o curso correspondeu às minhas expectativas, não só pelas temáticas ministradas, mas também pelo acesso a vasta informação e aquisição de múltiplas competências, que se estão a revelar muito importantes para o meu atual desempenho profissional.

O que mudou na sua vida, nomeadamente a nível profissional?
Como já referi, ao ter como principal objetivo aprofundar conhecimentos e experiências, a sua conclusão permitiu-me desde já consolidar a função que venho exercendo na área da Segurança e Saúde do Trabalho e abertura de oportunidades ao nível de novas competências e enquadramento organizacional na estrutura da empresa.

Trabalhar e estudar ao mesmo tempo. Valeu a pena?
Investir na formação ao longo da vida vale e valerá sempre a pena, especialmente numa época de constante mudança tecnológica. No caso específico da formação académica, embora não seja nos dias de hoje uma imediata garantia para se obter um emprego compatível e ajustado ao percurso formativo, é com certeza uma via importante para o conseguir, no pressuposto que quem apresentar umas bases mais sólidas e adequadas às necessidades do mundo do trabalho, estará em melhores condições para o enfrentar.

Mestrado em Segurança, Defesa e Resolução de Conflitos

Hugo Vilares


11 Outubro 2016

Hugo Vilares tem 29 anos, vive em Matosinhos e é Técnico de Apoio à Vítima e Coordenador Local de Emergência, na Cruz Vermelha Portuguesa Delegação de Gondomar/Valongo.

Neste momento é um dos nossos candidatos ao Mestrado em Segurança, Defesa e Resolução de Conflitos.

Fomos conhecê-lo melhor…

- De onde parte esta decisão de avançar para um Mestrado e por quê aqui no ISCIA?

O Mestrado parte da necessidade de aumentar o meu conhecimento. Vejo-o como uma nova oportunidade, e como li recentemente “a educação é o que nos faz crescer quer pessoalmente, quer profissionalmente”. O ISCIA aparece num momento em que, por motivos profissionais, pude ter contacto com alguns docentes do mesmo, tais profissionais que entendi dominarem as temáticas e que são de excelência, transportando a teoria ao quotidiano, ou seja, à prática. Resumindo, a escolha pelo ISCIA parte pelo excelente corpo docente e pelas temáticas apresentadas.

- Estando já há algum tempo a desenvolver uma atividade profissional no âmbito da Criminologia e da ajuda humanitária – nas suas várias vertentes – que aplicabilidade, ou que aproveitamento, esperas desta formação?

Este Mestrado trabalha/debate temas da atualidade, o que o torna uma mais-valia, sendo que acredito que promove um crescimento e uma nova visão do formando. Tanto na Ajuda Humanitária, como na parte Criminal, é indispensável o contínuo crescimento do conhecimento, não só de temáticas nacionais, ou que trabalhamos todos os dias, mas também internacionais. Nesta formação, e segundo as unidades curriculares, será possível encontrar, adquirir e complementar todas estas e outras necessidades.

- Quais são as expectativas aquando a conclusão do curso? O que procuras conquistar depois de cumprida esta etapa?

Expectativas… Gosto sempre de elevar os padrões e, neste caso, tenho como expectativas um enorme crescimento nas temáticas apresentadas. Como disse há pouco, tenho como expectativa apreender algo que vá muito além da teoria, espero uma transmissão de informação e de conhecimentos por parte dos prestigiados docentes. Conquistas é algo complicado de definir, pois considero-me empreendedor e quero sempre mais, não olho para nada como estanque, e quem sabe se esta não será a chave de uma ou várias portas a novos voos.

De comercial a diretor da FUNFRAP

Idálio Fernandes


12 Julho 2013

Idálio Fernandes nasceu e cresceu em Ourentã, uma freguesia do concelho de Cantanhede. Findo o liceu foi trabalhar, começando como ajudante de serralheiro. Em diferentes funções, passou pela SEPSA e pela Renault Cacia, até ingressar na Funfrap, na altura uma fundição do grupo Renault, em Março de 1985. Nesta empresa foi ascendendo, do serviço de Logística ao Controlo de Gestão, passando por funções na atividade comercial da empresa.
Entrou no ISCIA em 2006, já com 46 anos, para obter a licenciatura em Gestão Internacional, que concluiu com mérito. Em 2008, foi nomeado membro da direção da empresa, com a responsabilidade Comercial, Logística e Compras. Em finais de 2009, passou a acumular com a gestão da Fabricação e, em Agosto de 2010, foi nomeado Diretor Geral da Funfrap, cargo que exerce atualmente.

O que o fez decidir ingressar no ensino superior e concretamente, no ISCIA?
Em primeiro lugar, por razões de ordem pessoal, porque achava que tinha capacidade para estudar e terminar uma licenciatura, desde que conseguisse encontrar forma de conciliar o estudo com o trabalho. Queria um currículo/curso que se enquadrasse com a minha carreira profissional, de modo a existir um benefício direto e imediato. Depois, por razões de ordem profissional, tinha a noção clara de que o valor que a atual empresa me atribuía, não era necessariamente o meu “valor de mercado” e se um dia tivesse que sair da empresa, por vontade própria ou não, não tinha background académico para mostrar, o que me traria dificuldades no mercado de trabalho.

Porquê o ISCIA?
Porque depois de alguns anos de hesitações e de análises à oferta de ensino superior existente em Aveiro, a conclusão foi que para conciliar o trabalho com o estudo e encontrar um curso que se enquadrasse naquilo que eu sabia melhor fazer, o ISCIA e o curso de Gestão Internacional era a melhor opção dentro do leque que Aveiro podia oferecer.

Como foi a experiência?
Em termos genéricos, a minha experiência foi muito rica nos conhecimentos que travei, pelas muitas pessoas que conheci e pelos ambientes que vivi. Em matéria de relacionamento com colegas, foi muito interessante porque convivi com pessoas da minha geração, mas também com muitos que tinham a idade do meu filho… E alguns, e não foram poucos, ficaram amigos para o resto da vida. Quanto aos professores, alguns deles marcaram-me pela positiva para sempre, pelas qualidades pessoais (alguns de grande humildade), pelo seu percurso académico (irrepreensível), pela capacidade de ensinar (ensinando muito mais que aquilo que os currículos compreendiam), pelas experiências de vida (nalguns casos com décadas de experiência em cargos e funções de alta importância e desempenho). E posso confessar que mantenho ligação com alguns deles, com maior ou menor intensidade, o que é para mim um fator de enorme satisfação.

O curso correspondeu às suas expectativas? Porquê?
Superou aquilo que eu esperava, voltaria a tomar a mesma opção. Em primeiro lugar, porque sendo eu, na época, responsável Comercial e Logística de uma empresa, o currículo do curso estava muito alinhado com as matérias que eu tratava no dia-a-dia. Depois, porque, como atrás referi, a qualidade de muitos professores proporcionou uma aprendizagem de grande intensidade e qualidade, que superou as minhas expectativas.

Concluído o curso, o que mudou na sua vida, nomeadamente a nível profissional?
Contrariamente ao que eu julgava, que a graduação académica poderia ser útil sobretudo no caso de saída da empresa, o certo é que em Setembro de 2009, precisamente alguns meses após terminar a parte letiva, fui convidado para assumir a Direção Geral da empresa e em Agosto de 2010 assumi a responsabilidade pela condução da Funfrap, que é uma empresa multinacional no sector automóvel, integrada no grupo TEKSID SpA, que por sua vez é controlada pela FIAT, com cerca de 400 empregados diretos e 50 milhões de euros de faturação. A minha vida mudou após terminar os estudos no ISCIA, quer ao nível profissional, com a assunção de um cargo de Direção Geral (até aí inacessível), quer ao nível pessoal, com mais responsabilidades (e mais regalias) mas também com menor tempo para a família e para os amigos!

Em tempo de crise, e com a elevada taxa de desemprego a afetar sobretudo licenciados, considera que vale a pena, ainda assim, investir na formação académica? Porquê?
É claro que sim, que vale a pena investir na formação académica, sobretudo se for de qualidade e se traduzir pela oferta ao mercado de jovens bem preparados e com capacidades que o mercado precisa. Honestamente acho que o país perde quando a aposta é apenas feita pela quantidade (infelizmente, hoje será ainda a realidade), pelo facto muitos pais (legitimamente) quererem os filhos com formação académica superior, ou por ser mais fácil a entrada e a conclusão de alguns cursos em áreas não tecnológicas. O país necessita de jovens bem preparados, com vontade de vencerem num mercado de trabalho exigente e difícil, formados em boas escolas, com boa classificação e em áreas de estudo que permitam a investigação, a engenharia, a inovação, a gestão moderna e avançada, isto é, áreas de matriz marcadamente técnica, que possam no curto prazo contribuir para o desenvolvimento tecnológico e para a eficiência produtiva das empresas, que permita um desenvolvimento sustentado ao tecido económico existente e, por outro lado, à criação de pequenas e médias empresas de cariz marcadamente inovador, que renove a oferta existente com padrões elevados de excelência e tecnologia. Em conclusão, aconselho e defendo que vale a pena a formação académica superior, preferencialmente, em áreas de vertente tecnológica e, sobretudo, se forem alunos dedicados e brilhantes. Para grande maioria destes, o mercado de trabalho irá absorvê-los, mais cedo ou mais tarde, e o país ficará agradecido…

Páginas

Topo