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Gestão das Atividades Marítimas e Portuárias

Liubov Telpis Puga


16 Setembro 2015

Desde há muitos anos que a minha paixão eram os navios, os portos e tudo o que o mar envolve.

Decidi desenvolver a minha formação nesta área e foi nessa procura que encontrei o ISCIA com uma licenciatura em Gestão das Atividades Marítimas e Portuárias. Fez todo o sentido para mim e arrisquei sem hesitar. A maior dificuldade que encontrei foi o facto de viver no Porto e isso implicar uma ida diária de comboio para Aveiro, sendo obrigada a deixar o meu filho com a ama, mas valeu a pena.

Fiz amizades incríveis e conheci realmente pessoas cheias de garra, vontade e força de viver, uma experiência sem igual. Aprendi imenso naqueles anos e reconheço também o esforço de alguns professores que vinham de Lisboa só para nos darem aulas, fazendo viagens de ida e volta no mesmo dia.

Neste momento trabalho no Porto de Leixões e ambiciono um mestrado na área da Gestão. 

Licenciatura em Segurança Comunitária

Marco Valente


15 Outubro 2014

Marco Valente, natural de Baião, já adulto decidiu ingressar no ensino superior. Depois de ter tirado um curso como mediador de seguros, ingressou num instituto – Academia de Seguros da Império (Lisboa) – e consegue colocação na Câmara Municipal de Baião. Em 2009, com 29 anos, teve conhecimento da licenciatura em Segurança Comunitária no ISCIA e não hesitou. Bombeiro há mais de duas décadas, a área da Proteção Civil era uma das que mais gostava trabalhar. Concluiu a licenciatura há dois anos. Neste momento é perito de sinistros na Viapre-Vistoria e Avaliação de Prejuízos, Lda., em Aveiro.

Por que razão decide ingressar um curso superior, já adulto, e exercendo uma atividade profissional?
Pela valorização pessoal; foi sempre um sonho estudar no ensino superior. Ao longo da vida percebi que tinha sido um erro não ter começado a estudar mais cedo porque considero o ensino superior essencial, ainda mais atualmente, a formação é absolutamente necessária.
Candidatei-me em 2009 ao ISCIA. Terminei 3 anos depois, onde fiz muitos km de viagem, tendo sido um esforço que valeu muito a pena.
Valorizou-me a nível pessoal, tendo também muito mais competências do que aquelas que tinha (porque essas no fundo eram competências por “aprendizagem” direta da vida), e estas foram técnicas, ensinadas por pessoas que as transmitiam de um ponto de vista diferente que não era só o prático.

Por quê no ISCIA?
Em primeiro lugar tinha a vantagem de ser ensino pós-laboral, como eu já estava integrado no mercado de trabalho, esta forma de ensino era ouro sobre azul.
Entretanto, o ISCIA tinha protocolo com a Câmara Municipal de Baião, o que me proporcionou um desconto nas propinas, tendo, os Bombeiros de Baião assumido também colaborar com o transporte. 
Reuniram-se então uma série de fatores que eram ótimos: um curso na área que eu gostava; pós-laboral; favorável a nível económico, o que me motivou a mim a e outros colegas Bombeiros. Formámos um grupo que todos os dias se deslocava ao ISCIA. Depois de um dia de trabalho, fazíamos a viagem Baião-Aveiro-Baião para assistir às aulas.

O que retira desta experiência?
Foi um esforço que me compensou muito. Posso dizer que esta licenciatura, a Licenciatura em Segurança Comunitária, me fez ter uma perspetiva bastante diferente e ainda melhor da Proteção Civil. 
Além de tudo isto, e não menos importante, esta formação abriu-me portas no mercado de trabalho que, sem ela, não teria quaisquer hipóteses de alcançar.
No ISCIA, sente-se que quanto mais aprendemos, mais queremos aprender. Além disso, neste Instituto não aprendemos só teoria, sobretudo aprendemos o saber-fazer. 
O facto de quase todos os docentes estarem ativamente inseridos no mercado de trabalho e não apenas a dar aulas, faz com que tragam um nível de conhecimento mais real. Neste caso de Segurança Comunitária, temos docentes a ocuparem os mais altos cargos ao nível da Proteção Civil. São pessoas que sabem o que fazem, porque mais do que falar sobre a matéria, executam-na. 

O que encontrou mais nas paredes deste instituto?
Mesmo não conhecendo muito a realidade de outros institutos, devo dizer que o ISCIA tem uma característica essencial, que é o facto de ter aliada a qualidade profissional à interação entre professores e alunos.
Da parte da Direção do ISCIA, e enquanto elemento da Associação de Estudantes, senti sempre o gosto na interação entre as duas “direções” para que fossem criadas formas de motivação para os alunos.
O ambiente que aqui se vive não é de competitividade, sempre houve um espírito de entreajuda muito grande. Se no início pensei que era só a minha turma, por sermos mais velhos e virmos já de uma realidade diferente, mais tarde percebi que não, pois mesmo os mais novos, vindos do 12º ano, sentem o mesmo que nós e, desta maneira, conseguimos integrar-nos num só grupo. Esta diferença de idades permitia-nos trocar conhecimentos entre duas gerações muito diferentes.

Que expectativas tinha?
As expetativas quando vêm são sempre altas. No ISCIA, tinha um nível de expectativas média, que depois a realidade as superou e o que comprova isso é que, mesmo depois de terminado o curso, me mantenho ligado ao ISCIA.

E depois da Licenciatura?
Depois da licenciatura terminada entrei na Pós-graduação em Proteção Civil, no entanto, por incompatibilidade com o meu horário, tive de desistir. É uma desistência temporária porque faz todo o sentido para a minha profissão. O ISCIA tem ainda essa vantagem, possui uma série de ofertas que complementam a licenciatura.

Que conselhos dá a quem entra agora no ensino superior?
Digo a esses alunos que se dediquem e não considerem o ensino superior como uma garantia, mas sim como uma ajuda muito grande, muito embora tenham de ter consciência que têm de fazer por isso. O dinheiro que se gasta no ensino superior deve ser considerado como um investimento para o futuro pois o mercado de trabalho cada vez mais exige técnicos qualificados.

Presidente da AEISCIA

Vitor Monteiro


7 Outubro 2014

Vitor Monteiro é o atual Presidente da Associação de Estudantes. Natural de Ovar, com 27 anos, é estudante do 2º ano da Licenciatura em Gestão Internacional, e decidiu assumir a liderança desta associação como forma de dar continuidade ao trabalho ultimado pelos anteriores estudantes, prometendo uma equipa pró-ativa e fomentadora de sinergias.

Quais foram os motivos que te levaram a assumir a presidência da Associação de Estudantes?
Desafiar-me e desafiar o meu próximo, incutir o espirito empreendedor, ir mais longe. São estes, de forma condensada, os motivos que me levaram à candidatura e eleição para a presidência da AEISCIA.
Vi uma oportunidade de criar e fomentar o empreendedorismo na comunidade estudantil e, desta forma, desafiar-me e desafiar os outros a gerar pró-atividade e atitude.

Que planos e valores tem esta nova AEISCIA?
Não nos podemos esquecer nunca que o principal objetivo da AEISCIA é representar e almejar sempre o melhor interesse de todos os estudantes do Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração.
O fomento e implementação de atividades será gerado pelo espírito de sacrifício de cada um dos integrantes da AEISCIA que aceitaram entrar nesta maratona de forma responsável. É esta responsabilização e vontade de dar um passo mais além que seguramente levará esta equipa a grandes feitos.
A AEISCIA propõe-se, de forma sucinta, a cultivar e partilhar bons valores morais e éticos, tornando-se visível e pró-ativa na Sociedade Civil em que está inserida.
Haverá a cooperação plena entre nós, AEISCIA, a AAEISCIA (Associação de Antigos Estudantes do ISCIA) e o próprio ISCIA, de forma a sermos mais eficientes na projeção positiva do Instituto. Uma boa imagem do ISCIA representa, tanto para nós como para os antigos estudantes, uma mais valia para o nosso futuro profissional.
O contacto com o tecido industrial será mais vincado e visível, demonstrando as mais valias que nós temos para incrementar o seu crescimento.
Sem dúvida alguma que, se nós, atuais e antigos estudantes do ISCIA, queremos ser dignos de liderar um Portugal de amanhã mais próspero, mais justo e equitativo, teremos de lançar as bases hoje. E essas bases são ações concretas, são pró-atividade, são atitude!
Este é o nosso ADN!
#TEAMISCIA

De que forma conseguirás incutir o espírito académico num Instituto frequentado, maioritariamente, por trabalhadores-estudantes?
Sendo eu trabalhador-estudante, sei bem das dificuldades que nos esperam neste campo. No entanto, é precisamente por isso que sei que não é de todo impossível. 
Sei que contarei com uma Comissão de Praxe que estará à altura da missão, vincando toda a simbologia e história adjacentes às vivências que partilharemos. 
Aliar o espírito académico ao empreendedorismo social, partilhando cultura, criando memórias que perdurarão no âmago de cada um.
Somos uma família que perdura, esta é a nossa herança, é este o nosso espírito!

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